Isso porque os documentos
do processo contra Pizzolato tiveram de passar por uma Tradução Juramentada e o
possível valor pago pela Procuradoria Geral da República fez com que a mídia e
sociedade discutissem tal gasto. Um
levantamento realizado pelo jornal Folha de S.Paulo foi publicado em uma
matéria com o título “Extraditar Pizzolato pode custar R$ 570 mil só em
tradução”. O jornal divulgou que pediu um orçamento para uma empresa de
traduções juramentadas que presta serviços para grandes empresas e órgãos
públicos que orçou, conforme a prática no mercado, de acordo com o tamanho do
documento, 8.405 páginas, e o curto prazo.
Entretanto, após alguns
desabafos feitos pela população, muitos profissionais da área tomaram a frente
explicando que para uma tradução juramentada é necessário diversos detalhes,
inclusive e principalmente um tradutor apto e habilitado para assinar, e que o
grande problema não era o valor e sim as pessoas estarem indignadas de ter de
“pagar” para que a justiça seja feita.
“Não se pode confundir os
pontos levantados. Que a população está revoltada do gasto adicional para a
possível extradição, é totalmente aceitável. Mas, colocar a culpa na tradução
em si, como alguns citaram, é simplesmente tirar o foco do real problema como
em muitos casos é feito no Brasil”, pontua enfático William Porto, diretor de
Traduções e Qualidade da Porto Traduções.
Nenhum comentário:
Postar um comentário