Quem acredita que para ser um
funcionário da área Financeira só precisa de um diploma e experiência, acaba de
“cair do cavalo”. Isso porque, de acordo com um relatório elaborado pela
Euromonitor International para o Conselho Britânico, esta é a área que mais
exige fluência na língua inglesa. Mas, quem trabalha nas áreas de Petróleo e
Gás, Serviços e TI também deve ficar atento.
O estudo demonstra que as
exigências de empregadores com relação ao conhecimento de inglês dependem muito
do cargo e do tipo de empresa, mas ficou evidente em entrevistas comerciais que
o inglês foi considerado um requisito fundamental para funcionários
administrativos médios e seniores na maioria das empresas privadas, enquanto as
empresas estatais consideraram o mesmo menos importante para realizar negócios
no país.
Já as multinacionais e grandes
empresas nacionais, como era de se esperar, dão grande importância ao inglês e
preferem contratar funcionários que tenham, pelo menos, conhecimentos
intermediários do idioma.
Além disso, saber falar inglês não
influencia apenas no momento da contratação. Os salários também sofrem
reajustes conforme a desenvoltura do profissional em outro idioma. A pesquisa
também demonstrou que um diretor que fala inglês, no mínimo, de forma
intermediária chega a ganhar R$ 5 mil a mais que outro sem nenhum conhecimento
do idioma. A diferença entre analistas podem chegar a R$ 1 mil.
Amanda Pimentel, gerente comercial
da Porto Traduções, esclarece que essas exigências se tornam cada vez mais
claras no mercado de trabalho. “Hoje em dia é nítida a necessidade de se falar
inglês. É só acompanhar e-mails corporativos ou reuniões para perceber que
aqueles que não entendem vão ficar para trás. E nas vésperas da Copa do Mundo e
Olimpíadas o que não falta são incentivos para iniciar os estudos”, finaliza a
gerente.

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